Como é habitual em Dezembro, o nosso interesse foi sobretudo o de apanhar uns últimos títulos deixados pelo caminho em 2025, para completar a lista dos melhores do ano. O número de filmes “do mês” foi, por isso, menor do que o habitual e escolhemos desta vez incluir também algumas reposições importantes. Como pergunta André Filipe Antunes, o que é afinal um filme de agora? E ver ou rever The Shining ou Aniki-Bóbó pode afinal revelar-se uma experiência cinematográfica muito mais determinante do que perder tempo com a sequela de Five Nights at Freddy’s (uma série em tudo a evitar). Ainda assim, Dezembro contou com uma das estreias mais badaladas do ano: o regresso de James Cameron a Pandora com Avatar: Fire and Ash. Noutro registo, Hal Hartley voltou também com um grande pequeno filme, Where to Land, que levou o Grande Prémio no último LEFFEST. Outros autores que seguimos, Teresa Villaverde trouxe-nos Justa, e Richard Linklater aventurou-se pela Nouvelle Vague. Por outro lado, um retrógrado Nuremberg parece ir ganhando fôlego para os Óscares – até parece que estamos de volta a 1995 (mas no mau sentido, claro).
Aqui fica o nosso Quadro de Estrelas com as estreias de Dezembro de 2025:




